Com a retomada dos debates com relação a Reforma Política, após estudo de algumas propostas, descrevo a seguir a proposta que considero ser a mais viável do meu ponto de vista.
Proposta de reforma política
Voto
distrital. Cada estado será divido em
distritos que elegerão entre quatro e sete representantes. Assim,
São Paulo deverá ter dez distritos, com sete vagas em cada. Esse
ponto seria o único a passar por referendo.
Coincidência de
eleições. Para isso, os prefeitos e
vereadores eleitos em 2016 teriam mandatos de apenas dois anos.
Cláusula de
barreira. Progressiva para o partido ter
direito a funcionamento parlamentar e acesso ao fundo partidário e
tempo de TV. O desempenho mínimo começaria em 3% dos votos nas
eleições de 2018, 4% em 2022 e finalmente chegaria a 5% em 2026.
Financiamento
público de campanha.
Para dar condições iguais a todos os candidatos e evitar relações
de interesse entre aquele que recebeu recursos da iniciativa privada
e sua futura atuação parlamentar ou no Executivo.
Bens.
Ao registrar sua candidatura, os candidatos devem apresentar
declaração de bens idêntica ao Imposto de Renda.
Plebiscito.
Para a criação de municípios, concessões administrativas de
serviços públicos, alienação de jazidas e mudança de
qualificação de bens públicos.
Plebiscito.
Para que a população decida cinco temas: financiamento público ou
privado das campanhas, voto proporcional ou distrital, continuidade
ou não da suplência para senador, fim ou não do voto secreto nas
votações no Congresso (já foi aprovado o fim do voto secreto para
cassações), continuidade ou não das coligações partidárias
proporcionais.
Fim das coligações
para eleições proporcionais.
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